Skip links

Big Sky, Ucluelet e Hobart: 3 destinos em alta em 2026 e o que brasileiros precisam saber sobre os documentos de entrada

Nova York, Toronto, Sydney… a gente ama os clássicos. Mas existe muita coisa incrível acontecendo fora dos roteiros mais óbvios.

Na lista Destinos do Ano 2026 da Expedia, três lugares chamaram a nossa atenção, porque ficam justamente em países que a SulMinas conhece bem: Estados Unidos, Canadá e Austrália. Neste artigo você vai ver o que fazer em cada um, a melhor época para ir, como chegar e, principalmente, qual documento um viajante brasileiro precisa avaliar para entrar no país.

O que dizem os números da Expedia

Segundo a Expedia (relatório Unpack ’26), as buscas por voo + hospedagem para viagens em 2025, comparadas às de 2024, cresceram:

Big Sky (Estados Unidos): +92%
Ucluelet (Canadá): +44%
Hobart (Austrália): +25%

BIG SKY, MONTANA (ESTADOS UNIDOS)

Uma montanha coberta de neve com uma estrada em primeiro plano

O que é: uma região de montanhas no sudoeste de Montana, perto do Parque Nacional de Yellowstone, bem longe do clima das grandes cidades americanas.

O que fazer:
– Esqui e snowboard no inverno, em uma das maiores áreas esquiáveis dos EUA.
– Trilhas, rafting no rio Gallatin, cavalgadas e pesca com mosca no verão.
– Bate-volta ou estadia em Yellowstone (observação de fauna, gêiseres e fontes termais).

Melhor época: dezembro a março para neve; junho a setembro para trilhas e Yellowstone, com clima mais estável.

Como chegar: o aeroporto mais próximo é o de Bozeman (BZN), a cerca de 1h de carro. Para brasileiros, o caminho comum é voo internacional até um hub americano (como Denver, Salt Lake City ou Minneapolis) e conexão doméstica até Bozeman. Alugar carro costuma facilitar muito.

UCLUELET, COLÚMBIA BRITÂNICA (CANADÁ)

corpo de água calmo

O que é: uma vila de pescadores na costa oeste da Ilha de Vancouver, vizinha ao Pacific Rim National Park Reserve. Floresta, oceano e trilhas.

O que fazer:
– Trilha Wild Pacific Trail, com vistas do litoral e farol.
– Observação de baleias, ursos e lontras (consulte operadores locais).
– Storm watching: ver as tempestades de inverno do conforto de uma cabana.
– Surf e praias selvagens em Tofino, a poucos minutos.

Melhor época: março a outubro para observação de baleias e clima mais ameno (julho e agosto são os meses mais secos); novembro a fevereiro para quem quer ver as tempestades.

Como chegar: voo até Vancouver; de lá, balsa até a Ilha de Vancouver (Nanaimo) e cerca de 3h de carro até Ucluelet, ou voo regional/hidroavião até Tofino. Planeje com folga: o trajeto tem várias etapas.

HOBART, TASMÂNIA (AUSTRÁLIA)

O que é: a capital da Tasmânia, uma ilha ao sul da Austrália continental. Combina natureza, gastronomia, história colonial e arte, com um clima bem diferente de Sydney ou Melbourne.

O que fazer:
– Salamanca Market (sábados) e o porto de Hobart.
– MONA, um dos museus de arte mais comentados da Austrália.
– Monte Wellington e Port Arthur (sítio histórico).
– Gastronomia local: frutos do mar, queijos, uísque e vinhos tasmanianos.

Melhor época: de dezembro a março, no verão do hemisfério sul, para clima mais agradável e dias longos. Em junho, o festival Dark Mofo atrai quem prefere o inverno.

Como chegar: voo até Sydney ou Melbourne e conexão doméstica (cerca de 1h30) para Hobart. Lembre-se de que a Austrália adota horário de verão em alguns estados, incluindo a Tasmânia.

E O DOCUMENTO DE ENTRADA? O QUE BRASILEIROS PRECISAM AVALIAR

Esta é a parte que muita gente deixa para depois, e é onde os problemas começam. As informações abaixo são gerais; cada caso é analisado individualmente e as regras podem mudar. Sempre confirme nos canais oficiais antes de comprar passagem.

Estados Unidos: visto B1/B2

Para turismo, brasileiros em geral precisam de visto americano de visitante (B1/B2), com formulário DS-160, pagamento de taxa e entrevista consular. Ter o visto não garante a entrada: a admissão é decidida pelo agente de imigração na chegada, e o tempo de permanência é definido no registro I-94 (campo “Admit Until Date”), não pela validade do visto. Fonte oficial: travel.state.gov

Canadá: eTA ou visto de visitante, dependendo do caso

Brasileiros precisam de um documento para entrar no Canadá, e qual deles depende do perfil:”

– eTA (autorização eletrônica, taxa de 7 CAD): disponível para brasileiros que tiveram visto canadense de visitante nos últimos 10 anos ou que possuem visto americano de não imigrante válido, e somente para viagem aérea.
– Visto de visitante (TRV): necessário para quem não se enquadra nessas condições, e também para quem entra por via terrestre ou marítima (carro, ônibus, trem, cruzeiro).
Atenção: ter o critério de elegibilidade não garante a emissão do eTA; a decisão é do governo canadense.

Austrália: visto de visitante
Para turismo, brasileiros solicitam o Visitor visa (subclass 600), com pedido online. O visto é vinculado eletronicamente ao passaporte e a aprovação chega em PDF; recomendamos levar a aprovação impressa na viagem. Se você trocar de passaporte, é preciso atualizar a informação. Fonte oficial: Home Affairs (https://immi.homeaffairs.gov.au/visas/getting-a-visa/visa-listing/visitor-600)

Pontos que costumam gerar dúvida: situação profissional (por exemplo, desemprego não significa automaticamente negativa), recursos financeiros, coerência do roteiro e vínculos. Tudo isso é avaliado em conjunto.

Resumo rápido:
Big Sky (EUA): visto B1/B2. Entrevista consular; o I-94 define a permanência.
Ucluelet (Canadá): eTA ou visto de visitante. Depende do histórico de vistos e do meio de transporte.
Hobart (Austrália): Visitor visa (subclass 600). Pedido online, vinculado ao passaporte.

POR QUE TER ORIENTAÇÃO ANTES DE PLANEJAR

A SulMinas não “só preenche formulário”. O trabalho começa na análise do seu perfil e do objetivo da viagem, passa pela escolha do documento adequado, organização da documentação, agendamentos, orientação para entrevista (quando aplicável) e acompanhamento do processo. Um processo bem orientado reduz erros e ajuda você a apresentar sua solicitação da melhor forma possível. A decisão final é sempre da autoridade consular ou migratória, e nenhuma assessoria pode prometer aprovação.

Com mais de 8 anos de experiência e 293 vistos aprovados, a equipe de Bruna Rossi e Stephanie Gomes conhece de perto a rotina desses três países.

QUAL DESSES TRÊS ENTROU NA SUA LISTA?

Viajar também pode ser descobrir o que existe além dos destinos que todo mundo escolhe. Se Big Sky, Ucluelet ou Hobart despertaram a sua vontade, comece pelo documento, porque ele define prazos e planejamento.

O seu próximo carimbo no passaporte começa com uma conversa. Fale conosco!

Leave a comment